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2018: FRATERNIDADE DA SAGRADA M. DA COMUNICAÇÃO “BLUE BOYS”

Sabiam que já fundei uma fraternidade masculina na Igreja? É ela meu TBT desta quinta-feira, 30 de julho de 2020. Minha Fraternidade teve sete membros e existiu por menos de 15 dias durante a Assembléia Geral da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB), no mês de maio de 2018. Foi uma fraternidade super organizada. Tínhamos ritos diários de trabalho que caracterizava nossa espiritualidade. Acompanhávamos o ritmo do encontro dos bispos em tudo: estudos, oração e declarações à imprensa. Um grupo unido que honrou com muita alegria o nome da Fraternidade. Nossas refeições, no Hotel Rainha do Brasil, eram verdadeiras celebrações do nosso carisma.

A fraternidade “Blue Boys” era composta por profissionais de comunicação que tinham algum vínculo com a Conferência dos Bispos. Willian Bonfim, era o vice-coordenador geral da Fraternidade. Grande jornalista, dedicado, competente. Na foto, ele é o quarto da esquerda para a direita. Mateus de Souza era o responsável pela área tecnológica da missão. Grande roteirista, vidomaker e fotógrafo. É o primeiro da esquerda para a direita, na foto. Eu, na condição de “Pai Fundador”, coordenava a missão e era o responsável pelos capítulos e assembleias para garantir a disciplina e o rumo da Fraternidade. Não sei se você percebeu, sou o último do lado direito. Willian, Mateus e eu formávamos o núcleo mais interno da Fraternidade pela ligação que tínhamos com a sede nacional da Conferência, localizada em Brasília (DF).

O ramo “laico” da nossa Fraternidade era composto por quatro membros de extraordinária qualidade. Pe. Andrey Nicioli, da Arquidiocese de Pouso Alegre (MG) era o responsáve pelo diálogo com os sucessores dos Apóstolos. Ele é que intermediava as demandas do povo aos bispos. Na foto, é o simpaticão, de sorriso largo, terceiro da esquerda para a direita. Aquele que figura em segundo lugar na foto é o Franklin Machado, que era responsável pela redação de documentos e trabalhos da Fraternidade. Ele largou o Espírito Santo e agora namora com Santa Catarina. Ao seu lado na mesma função, estava outro membro de grande importância estratégica para a Fraternidade, Fernando Geronazzo. O único representante da megalópole, São Paulo. Na foto, está ao meu lado, o penúltimo da esquerda para direita, sempre. Não por último, pois seu trabalho era de vital significado para a Fraternidade, estava o Adielson Agrelos. Responsável por toda parte criativa da missão da Fraternidade. Era também o representante do Rio de Janeiro.

Desse modo, consegui reunir um grupo inesquecível. Você observou que, com exceção do Andrey que havia deixado o seu na Redação, todos usam o hábito azul, claro. A irmãzinha de caridade, Railda Vieira, que confeccionou e nos enviou essa veste da Fraternidade apenas confundiu os tamanhos enviando-nos um hábito gigante para o Mateus e uma espécie de baby look para o Adielson. Havia também o problema do Francklin que insistia em usar o habito n.2 da Fraternidade. Brincadeira à parte: eu quero homenagear aqui essa equipe de comunicadores que fez do nosso trabalho na 56ª assembleia dos bispos um tempo maravilhoso de trabalho solidário e muita expressão de amor pela Igreja. Um abraço meus amigos e obrigado!

Pe. Rafael Vieira, CSsR