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EL PAIS: APRENDER A DISCORDAR SEM CAIR NA CULTURA DO CANCELAMENTO

María Paredes, do jornal global, El País, é autora de um texto que vale a pena ler com cuidado para entendermos um pouco mais sobra a cultura do “cancelamento”. Parece que está proibido discordar. Qualquer pesssoa tem direito de discordar. Se ela tem razão ou não, são outros quinhentos. O que não se pode é aceitar que só porque a pessoa discordou, ela deve ser “cancelada”.

Leia o texto. Tenho certeza que você vai encontrar elementos interessantes para a reflexão. María se questiona: Atualmente, entoar uma voz dissonante ao discurso majoritário pode ter um preço muito alto. Um exemplo é James Benett, chefe de Opinião do renomado jornal The New York Times, que pagou com sua cabeça a publicação de um artigo de um senador republicano favorável à utilização de tropas para acabar com as revoltas do movimento Black Lives Matter. E há muitos mais. Tantos que 150 intelectuais, entre os quais estão o filósofo Noam Chomsky e a ativista feminista Gloria Steinem, publicaram carta reivindicando o direito a discordar no que chamam de sociedade do cancelamento. Mas como fazê-lo sem acabar submetido a um linchamento nestes tempos?”.

(Ilustração do Jornal).

Leia:

https://brasil.elpais.com/estilo/2020-07-25/como-aprender-a-discordar-sem-cair-nas-garras-da-cultura-do-cancelamento.html