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O CAPITALISMO SE MOVE: MONSTROS ATRÁS DA PANDEMIA

Uma matéria escrita por Carlos Fazio, autor do livro “terrorismo midiático”, expõe manobras de transformações do capitalismo no meio da pandemia. Com a ajuda do Google, traduzi o resumo para você. Leia:

Sobre o capitalismo de vigilância
Carlos Fazio
22 de junho de 2020

O mundo está lutando contra a pandemia ou o planeta e o vírus são um campo de batalha para outra guerra gigantesca de dimensões planetárias? Às vezes, ao liquidar a chamada “conspiração” com um encolher de ombros, há um risco sério, terá que ser dito. É achatar certas evidências longe da imaginação de certas teses caricaturadas.

Michel Chossudovsky, diretor da Global Research, o centro canadense de pesquisa sobre globalização, considerado um dos principais especialistas internacionais em economia e geopolítica e colaborador da Encyclopaedia Britannica, há muito tempo argumenta que a liberação de recursos humanos e materiais dos processos de produção desencadeou do confinamento paralisando a economia real, foi um ato de guerra. Uma operação cuidadosamente planejada, que faz parte de um plano militar e de inteligência dos Estados Unidos e da OTAN, para enfraquecer a China, a Rússia e o Irã e desestabilizar o tecido econômico da União Europeia.

Chossudovsky encontra confirmação de sua tese em certas declarações “leves” de Mike Pompeo, secretário de Estado dos EUA. Acredite ou não, explica Carlos Fazio em La Jornada, a disputa geopolítica sobre o controle de áreas de influência entre as potências – Estados Unidos e China em particular – teve vencedores e perdedores na emergência mundial.

São as notícias falsas de sempre, porque os mortos estão por toda parte? Difícil de acreditar, Amazon e Jeff Bezos, por exemplo, em apenas três semanas de pandemia aumentaram os ativos em 25 bilhões de dólares. Eles não estão sozinhos, nem aqueles que mais ganharam. Todas as empresas do Vale do Silício, os grandes players do que Shoshana Zuboff chama de capitalismo de supervisão, bem como o primeiro fundo de investimento do mundo, o BlackRock – que possui 5% da Apple e Exxon Mobil e 6% do Google e é maior que o GoldmanSachs, JP Morgan e Deutsche Bank juntos – eles vivem um verdadeiro Big Binge.

Enquanto isso, Pequim responde lançando a primeira moeda digital nacional e a Rota da Seda Digital. A guerra pela liderança digital no mundo – com seus principais pilares: inteligência artificial, Internet das coisas, redes 5G e Big Data – já estava ocorrendo muito antes do surgimento do coronavírus (em particular, é claro, entre a China e os Estados Unidos), mas certamente o Covid-19, talvez independentemente de sua gênese, não lhe seja estranho. Isso já é visto há algum tempo, mesmo com a correria frenética dos negócios com a vacina.

A colonização digital, que transforma tudo o que pensamos e fazemos, deixando vestígios na rede em mercadorias informativas para vender e comprar, continua sendo o destaque das novas formas de dominação e guerra, sem exclusão de golpes, para conquistar sua hegemonia.

(Foto: aacompanha o artigo)

A matéria inteira, em italiano, você lê no seguinte endereço:

IL CAPITALISMO DELLA SORVEGLIANZA di Carlos Fazio